A PRIMEIRA VIAGEM DA SARA – 14 HORAS DE CARRO!

Eu cheguei a ter fama de ser superprotetora – muito porque, nos primeiros 2 meses da Sara, nós basicamente não saímos de casa. Também pudera, cada saída era acompanhada por gritos estridentes incessantes durante todo o período em que o carro estava fora da garagem. Bebê gosta de carro? É, talvez outro bebê – a Sara odiava andar de carro.

Mas por que mesmo eu queria ir de carro?

Mas como roda mundo, roda gigante, roda moinho, roda pião, um dia a vida da Sara rodou também e ela passou a andar de carro com curiosidade. Não que ela dormisse muito, mas ao menos não chorava mais. Lá pelos 7 meses.
Até o dia em que ela passou a dormir quando o carro se movimentava. Isso foi lá pelos seus 10 meses. Continue lendo

O primeiro Natal da Sara – Acreditar em Papai Noel?

Que vantagens há para uma criança acreditar em Papai Noel? Ela acredita em algo que não existe, cria fantasias a respeito de alguém que não as realiza, escreve cartas para alguém que não as lê, comporta-se para a avaliação de alguém que não a vê, espera ansiosamente pelo dia de alguém que não é dono de nenhum.

Vem pra mim, Natal!

Antes do Natal, o Casal Cuore teve uma discussão a respeito. A meu ver, a Sara não precisava acreditar em Papai Noel. Crianças são serezinhos tão dependentes de nós, eles acreditam exatamente naquilo em que as fizemos acreditar. Entre tantas coisas sobre cuja existência há disputa, por que a fazer acreditar num ser que evidentemente não existe? Continue lendo

CUPCAKES – VICTORY!!!

Por mais americanizado que me soe, eu adorei essa história toda de cupcakes. Mesmo antes de virar mania nacional nos EUA e aparecer em todos os blogs de comida (como aqui, aqui e aqui), acho que de tanto ver filmes e seriados americanos, era impossível não ter já se deparado com os bolinhos. Fofos.

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Para a minha avó…

Quando estivemos em Veneza, Tati e eu, lá pelas tantas compramos umas pizzas a taglio, uma garrafa de vinho e sentamos numa escadinha de uma ponte, numa viela cruzada por ninguém, e comemos e bebemos. Como companhia, o canal meio estagnado, alguns barcos e muitas pombas.

Como só o álcool pode fazer, lá pelas tantas nem a inibição nos fazia companhia. E eu lembrei que tinha uma avó alemã e uma italiana, justamente no fim de uma viagem que havia passado pelos dois países. E que eu supostamente falava a sua língua.

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MINHA VÓ FALECEU HOJE…

Com ela se foram as histórias sobre o início da vida deles que eu nunca escutei. Com ela se foi a possibilidade de registrar essas histórias.

Com ela se foram todos os pontos de crochet que eu nunca aprendi. Continue lendo

UNS COM TANTOS, OUTROS COM TÃO POUCO

Quando a Sara entrou na nossa vida, muito antes de sequer ter uma certidão de nascimento, os presentes começaram a fluir. Basicamente compramos apenas a banheira e ganhamos berço (dois), carrinho, cadeirão, almofada e sutiãs para amamentação, cadeirão, fraldas, sapatos e roupas. Muitas roupas. Tantas roupas que algumas mal foram usadas – apenas 1 ou duas vezes (quem consegue prever o inverno quente e o tamanho dessa menina que ganha mais de 1kg por mês?).

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SUTIÃS DE AMAMENTAÇÃO – A DERROTA DOS CAÍDOS

Quem me conhece sabe que a Sara não teve problemas no quesito leite. Bem, talvez bem no início, a boquinha dela era um pouco pequena para a tarefa, mas atualmente ela tem leite em abundância. Contudo, apesar do que se apregoa, isso tem pouco a ver com o tamanho das mamas e mais a ver com o tecido mamário que está por dentro – e que pode ser farto mesmo com mamas bem menores.

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POR QUE OS BEBÊS NÃO NASCEM COM 6 MESES?

Mãe científico-internauta que sou, deparei-me milhares de vezes com a teoria de que os primeiros 3 meses do bebê são na verdade os últimos 3 meses de gestação – um tempo em que o bebê ainda está se formando e se adaptando à vida e, por isso, tão difícil para ele e para aqueles ao seu redor. Mamadas hiper-frequentes, come-dorme-caga-chora e muita cólica. Para aqueles bebês e pais com muita sorte, pouca cólica. Mas ainda assim, cólica.

(Só entende o que é cólica quem já ficou 3 horas com um peso de 4kg no colo, balançando para cima e para baixo, cantando todas as canções conhecidas pelo homem, enquanto uma sirene de ambulância dispara incessantemente a 30cm do seu ouvido. Por 3 meses seguidos, em dias alternados. Ou quem é pai.)

Pois dona Sara já passou dos 3 meses, dos 4 e dos 5. E chegou maravilhosamente aos 6 meses: sentando sozinha, conversando, brincando, curiosa sobre tudo o que acontece ao seu redor, começando a comer frutinhas, papinhas e suquinhos (fim dos diminutivos no post).

Comendo fruta: só não sei se a cadeira não é mais gostosa do que essa laranja!

No meu aniversário, um amigo perguntou: esse bebê não chora? Ontem, o mesmo pediu pra Sara: o tio quer ver se esse bebê chora!

Pode me pegar que eu não choro!

Talvez seja só a Sara. Talvez os meses de pronto-atendimento estejam sendo recompensados agora, ou talvez seja simplesmente normal.

Mas fica a pergunta: por que os bebês não nascem de 6 meses?

uhu!!! Já tenho 6 meses, sento sozinha e passeio no parque com a mamãe!

Ps.: já tenho uma resposta semi-científica: para traumatizar os pais e impedi-los de lotar o mundo prematuramente?

O DIREITO À AMAMENTAÇÃO

A princesinha Antonella, filha dos nossos primos Erico e Luciene, nasceu linda e sorridente no dia 26/09/11, em Sorocaba, de parto cesáreo. Segundo a mãe, a bebê já veio ao mundo decidida, sabendo o que quer: quando tem fome, grita a plenos pulmões e só sossega quando é saciada. Mama bastante e só dorme quando está bem cheinha. Um bebê com todos os requisitos do gênero, mais uma alegria desta família que já tem a princesinha Gabriela.

Bem-vinda ao mundo, Antonella!

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UM CONSELHO QUE EU QUERIA NÃO TER OUVIDO

Volta e meia eu escuto recomendações dadas por profissionais da saúde a mim ou a outras mães que são baseadas em simplesmente nada: parece que há uma cascata de (des)informação que é passada adiante como uma corrente e por fim toma tom de verdade, mas que não passa de achismos e crendices.

Grávida ouve de tudo. Não coma chocolate, durma com o travesseiro entre as pernas, não tome café, beba malzbier, não coma brócolis, coloque cachaça na água do banho (!). Há um sem número de conselhos que circundam a gravidez e os primeiros meses do bebê.

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